O SEXO TRANSCENDENTAL PRATICADO PELO COMUNISTA LIBERAL, E SUA ÍNTIMA IDENTIFICAÇÃO À MAGISTRATURA CONIVENTE. – NELMON J. SILVA JR.

O SEXO TRANSCENDENTAL PRATICADO PELO COMUNISTA LIBERAL, E SUA ÍNTIMA IDENTIFICAÇÃO À MAGISTRATURA CONIVENTE.

SEX TRANSCENDENTAL DONE BY COMMUNIST LIBERAL, AND THEIR IDENTIFICATION UNDERWEAR THE JUDICIARY CONNIVING .

SILVA JR., Nelmon J.1

RESUMO: Ensaio sobre tolerância.

PALAVRAS-CHAVE: Masturbar. Conivência. Legalidade.

ABSTRACT: Essay on tolerance.

KEYWORDS: Masturbate. Connivance. Legality.

Talvez alguns possam se assustar ao lerem o termo comunista liberal, porém hoje o mesmo é amplamente utilizado. Minha crítica ao “mundinho” pós-moderno (comandado por comunistas liberais) reside na tentativa de coibir o realmente significante, contraposto ao argumento da generosidade. Apenas para bem nortear, Bill Gates é o ícone daquilo a que ele próprio chamou de “capitalismo sem fricções”, uma sociedade pós-industrial em que assistimos ao “fim do trabalho”, onde o software marca pontos contra o hardware e o jovem nerd vale mais do que o empresário de terno e gravata.1

Olivier Malnuit enumera-nos os dez mandamentos de um comunista liberal:

1. Forneça tudo de graça (acesso livre, ausência de copyright…), cobrando apenas pelos serviços adicionais, o que te fará ainda mais rico.

2. Transforme o mundo, não se limitando a vender coisas: a revolução global, uma transformação da sociedade, fará com que as coisas sejam melhores.

3. Preocupe-se em compartilhar e tome consciência das responsabilidades sociais.

4. Seja criativo: concentre-se na concepção, nas novas tecnologias e ciências.

5. Diga tudo: não devem existir segredos. Assuma e pratique o culto da transparência, os fluxos livres de informação; toda a humanidade deve colaborar e interagir.

6. Não trabalhe com um horário fixo e rígido das-nove-às-cinco. Simplesmente empenhe-se em estabelecer canais de comunicação inteligentes, dinâmicos e flexíveis.

7. Volte aos estudos e aposte na formação permanente.

8. Aja como uma enzima: não trabalhe só para o mercado, mas promova novas formas de colaboração social.

9. Morra pobre: devolva suas riquezas àqueles que delas necessitam, uma vez que terá acumulado mais do que jamais poderá gastar.

10. Defenda o Estado: pratique parcerias entre empresas e o Estado.2

Interessantíssimo foi o insight trazido por Žižek: No dia 6 de agosto de 2006, Londres acolheu a primeira “masturbatona”, um encontro coletivo durante o qual centenas de homens e mulheres se deram prazer cada um a si mesmo num propósito de caridade, a fim de obterem fundos para organizações de saúde ligadas à reprodução sexual. Tinham também o propósito de alertar as consciências e desafiar o peso da vergonha e dos tabus que ainda envolvem essa forma comum, natural e segura de atividade sexual.3

O sestroso encontro foi idealizado, realizado e patrocinado pela quase desconhecida Good Vibrations (empresa do ramo da saúde sexual, sediada em São Francisco – EUA), sendo, minimamente curiosos, os argumentos sustentados por uma de suas médicas: Vivemos numa sociedade em que a expressão da sexualidade sempre foi legislada e limitada, ao mesmo tempo que a busca do prazer puro é frequentemente condenada como egoísta e pueril.4 Percebe-se portanto, por simples leitura desses argumentos, a distorção preconceituosa dispensada ao Poder Judiciário, como se este fosse o único vilão pelo tabu da prática onanista.

Cirurgicamente Žižek desnuda o real, acerca do épico evento:

A atitude ideológica subjacente à ideia da Masturbatona é portadora das marcas de um conflito entre a sua forma e o seu conteúdo: constrói um coletivo a partir de indivíduos que se dispõem a partilhar com outros o egoísmo solipsista de seu estúpido prazer. Essa contradição, no entanto, é mais aparente que real. Freud já sabia da existência de uma ligação entre o narcisismo e a imersão na massa, que é perfeitamente transmitida pela expressão californiana “partilhar uma experiência“ [“to share an experience”]. Esta coincidência de traços opostos baseia-se na exclusão que partilham: cada qual não só pode estar, mas de fato está sozinho no meio de uma multidão. Tanto o isolamento individual como a imersão do indivíduo na massa excluem a intersubjetividade propriamente dita, o encontro com o Outro. É por isso que, como o filósofo francês Alain Badiou perspicazmente explicou, devemos hoje mais do que nunca insistir no amor, e não na simples satisfação, como ponto essencial: é o amor, o encontro de Dois, que “transubstancia” o idiotismo do gozo masturbatório num acontecimento propriamente dito5. Um mínimo de refinamento da sensibilidade basta para nos dizer que é mais difícil se masturbar diante de outra pessoa do que manter uma interação sexual (com ele ou ela): o próprio fato de o outro estar reduzido a um observador, que não participa da minha atividade, torna o meu ato muito mais “vergonhoso” […] Está tudo aqui: desenvolvimento da consciência de si mesmo, benefícios higiênicos, luta contra a opressão social, a mais radical postura politicamente correta (aqui, certamente, ninguém se sente assediado) e a afirmação do prazer sexual na sua forma mais elementar, uma vez que “cada um é o melhor amante de si próprio”. O uso de uma expressão habitualmente reservada ao caso dos homossexuais (a masturbação faz “o amor sair do armário”) indicia uma teleologia implícita acarretando a gradual exclusão de toda a alteridade: primeiro, na homossexualidade, é excluído o outro sexo (transa-se com outra pessoa do mesmo sexo). Depois, numa espécie de paródia da negação da negação hegeliana, é a própria dimensão da alteridade que é anulada: transar consigo mesmo..6

Relembro que a empresa Good Vibrations, em 1995, foi a responsável pela criação do mês da masturbação; e passada apena uma década, leva a masturbatona à Inglaterra, país mundialmente conhecido por seu extremo culto e rigor às formalidades. Coincidente e imediatamente após o triunfo comercial, experimentado pela desconhecida empresa, em dezembro de 2006, as autoridades Nova Iorquinas declararam que a escolha por cada um, de seu próprio gênero, é um dos direitos humanos inalienáveis (portanto, agora equiparado à vida e honra).

O desdobramento lógico desta “generosa” declaração pública, foi consequentemente assegurar a realização de cirurgia para a mudança de sexo, àqueles que assim a desejassem. Tal fato causou aliena(ntes)dos debates em “todo o mundo”, visando a adequação das Leis à nova realidade social, comercialmente introduzida em nossa aldeia global. Então, me parece lógico poder afirmar que os hodiernos direitos aplicáveis aos relacionamentos das pessoas do mesmo sexo, tiveram sua gênese em simples campanha publicitária de mediana empresa do segmento terapêutico; portanto obtusamente contrário aos argumentos “anti-preconceito” midiaticamente estampados à época.

Se lêssemos os “bonitinhos”7 argumentos sustentados por nossos honrados Ministros das Excelsas Cortes, quando discutida a matéria, ver-se-ia claramente que jamais remeteram-se à verdade fático-histórica. Portanto permito-me ousar, com a devida arrogância devida aos “generosos e sábios juristas”, ao publicamente questioná-los sobre a absoluta ignorância dessas impolutas figuras face à história que envolveu àquela discussão.

Ora, se o mundo, duma forma geral, verga-se à plasticidade sexual imposta (como se Deus fossemos, autorizando e realizando a troca do sexo alheio), não poderiam ser as Lei(zinha)s impeditivas ao exercício desses “divinos atos”. Inaceitáveis seriam quaisquer débeis argumentos contrários, razão pela qual em Terra Brasillis, seguimos os gigantes passos dados pela “unanimidade democraticamente globalizada”.

Nesse passo, cinicamente, alguém poderia afirmar que se os Ministros dos Tribunais Superiores (nos) permitem teratologias legais pelo desconhecimento basilar do que discutem, consequentemente não “seria justo” dispensar tratamento diverso aos seus inferiores hierárquicos (Desembargadores e Magistrados).

Por mero exemplo, exigir firmeza ética daqueles que deferem bloqueios judiciais incidentes em contas correntes de devedores (isso quando, minimamente, realmente o são), utilizando-se do inconstitucional Sistema BacenJud, que sublinho, não foi criado para esta espúria finalidade expropriatória – mas para que a Justiça Federal pudesse combater o crime organizado (Lei nº 9034/95) ou de lavagem de dinheiro (Lei nº 9613/98 – inclusive quanto às práticas lobistas); a improbidade administrativa cometida por servidor público (Lei nº 8429/92); crimes contra o Sistema Financeiro Nacional (Lei nº 7496/86), dentre outros – não “seria justo”, vez que contrária às recentes inovações legais.

Obsceno talvez fosse pensar em assegurar a aplicabilidade de Garantias Constitucionais, como a exemplo da impenhorabilidade de vencimentos; ou de que ninguém pode ser privado de seus bens, salvo em casos excepcionalíssimos; dentre tantos outros elencáveis. Infelizmente vejo que a maioria dos meus pares (principalmente aqueles que “advogam” em favor das legislações das minorias), não partilham do meu entendimento de que não se pode aceitar que qualquer sistema/mecanismo jurídico/judiciário seja utilizado como ferramenta geradora de insegurança e/ou opressão dos judicados, o que sinceramente muito lastimo.

Sem falsas palavras – Infeliz e Dolorosamente – sou obrigado a comungar do equilibrado pensamento de Ives Gandra, quando afirma que Hoje, tenho eu a impressão de que no Brasil o “cidadão comum e branco” é agressivamente discriminado pelas autoridades governamentais constituídas e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que eles sejam índios, afrodescendentes, sem terra, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos. […] E são tantas as discriminações, que chegou a hora de se perguntar: de que vale o inciso IV, do art. 3º, da Lei Suprema? [“Promover O Bem De Todos, Sem Preconceito De Origem, Raça, Sexo, Cor, Idade E Quaisquer Outras Formas De Discriminação.”] Como modesto professor, advogado, cidadão comum e além disso branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço nesta sociedade, em terra de castas e privilégios8.

Derradeiramente afirmo restar-me somente a pia certeza quanto ao tipo de sexo praticado pelos (não raros) magistrados coniventes à plasticidade física, ética, moral e judiciária; porém, verdadeiramente preocupante é o fato de saber que (talvez) um dia os encontrarei numa masturbatona qualquer – obviamente por “generosa e/ou sábia” imposição legal.

1Žižek, Slavoj, 1949- Violência [recurso eletrônico] : seis reflexões laterais / Slavoj Žižek ; tradução Miguel Serras Pereira. – 1. ed. – São Paulo : Boitempo, 2014, p. 26.

2Malnuit.Olivier. Pourquoi les géants du business se prennent-ils pour Jésus?, Technikart, fev. 2006, p. 32.

3Óp. cit. 1 – p. 33.

4Conteúdo disponível em: www.masturbate-a-thon.com. Acesso em: 30.07.2015.

5Bodiou, Alain. Logiques des mondes (Paris, Éditions du Seuil, 2006) [ed. esp.: Logicas de los mundos, trad. Maria del Carmen Rodriguez Bordes, Buenos Aires, Manantial, 2008].

6Óp. cit. 1 – p. 33/34.

7O adjetivo pode ser substituído por: socialmente correto; tolerante, ou qualquer outra bobagem assemelhada.

8Silva Martins, Ives Gandra. E tudo isso, pra quê? Disponível em: https://ensaiosjuridicos.wordpress.com/2013/10/08/e-tudo-isso-pra-que-ives-gandra-da-silva-martins/. Acesso em: 30.07.2015.

1Žižek, Slavoj, 1949- Violência [recurso eletrônico] : seis reflexões laterais / Slavoj Žižek ; tradução Miguel Serras Pereira. – 1. ed. – São Paulo : Boitempo, 2014, p. 26.

2Malnuit.Olivier. Pourquoi les géants du business se prennent-ils pour Jésus?, Technikart, fev. 2006, p. 32.

3Óp. cit. 1 – p. 33.

4Conteúdo disponível em: www.masturbate-a-thon.com. Acesso em: 30.07.2015.

5Bodiou, Alain. Logiques des mondes (Paris, Éditions du Seuil, 2006) [ed. esp.: Logicas de los mundos, trad. Maria del Carmen Rodriguez Bordes, Buenos Aires, Manantial, 2008].

6Óp. cit. 1 – p. 33/34.

7O adjetivo pode ser substituído por: socialmente correto; tolerante, ou qualquer outra bobagem assemelhada.

8Silva Martins, Ives Gandra. E tudo isso, pra quê? Disponível em: https://ensaiosjuridicos.wordpress.com/2013/10/08/e-tudo-isso-pra-que-ives-gandra-da-silva-martins/. Acesso em: 30.07.2015.

1Žižek, Slavoj, 1949- Violência [recurso eletrônico] : seis reflexões laterais / Slavoj Žižek ; tradução Miguel Serras Pereira. – 1. ed. – São Paulo : Boitempo, 2014, p. 26.

2Malnuit.Olivier. Pourquoi les géants du business se prennent-ils pour Jésus?, Technikart, fev. 2006, p. 32.

3Óp. cit. 1 – p. 33.

4Conteúdo disponível em: www.masturbate-a-thon.com. Acesso em: 30.07.2015.

5Bodiou, Alain. Logiques des mondes (Paris, Éditions du Seuil, 2006) [ed. esp.: Logicas de los mundos, trad. Maria del Carmen Rodriguez Bordes, Buenos Aires, Manantial, 2008].

6Óp. cit. 1 – p. 33/34.

7O adjetivo pode ser substituído por: socialmente correto; tolerante, ou qualquer outra bobagem assemelhada.

8Silva Martins, Ives Gandra. E tudo isso, pra quê? Disponível em: https://ensaiosjuridicos.wordpress.com/2013/10/08/e-tudo-isso-pra-que-ives-gandra-da-silva-martins/. Acesso em: 30.07.2015.

1Žižek, Slavoj, 1949- Violência [recurso eletrônico] : seis reflexões laterais / Slavoj Žižek ; tradução Miguel Serras Pereira. – 1. ed. – São Paulo : Boitempo, 2014, p. 26.

2Malnuit.Olivier. Pourquoi les géants du business se prennent-ils pour Jésus?, Technikart, fev. 2006, p. 32.

3Óp. cit. 1 – p. 33.

4Conteúdo disponível em: www.masturbate-a-thon.com. Acesso em: 30.07.2015.

5Bodiou, Alain. Logiques des mondes (Paris, Éditions du Seuil, 2006) [ed. esp.: Logicas de los mundos, trad. Maria del Carmen Rodriguez Bordes, Buenos Aires, Manantial, 2008].

6Óp. cit. 1 – p. 33/34.

7O adjetivo pode ser substituído por: socialmente correto; tolerante, ou qualquer outra bobagem assemelhada.

8Silva Martins, Ives Gandra. E tudo isso, pra quê? Disponível em: https://ensaiosjuridicos.wordpress.com/2013/10/08/e-tudo-isso-pra-que-ives-gandra-da-silva-martins/. Acesso em: 30.07.2015.

1Žižek, Slavoj, 1949- Violência [recurso eletrônico] : seis reflexões laterais / Slavoj Žižek ; tradução Miguel Serras Pereira. – 1. ed. – São Paulo : Boitempo, 2014, p. 26.

2Malnuit.Olivier. Pourquoi les géants du business se prennent-ils pour Jésus?, Technikart, fev. 2006, p. 32.

3Óp. cit. 1 – p. 33.

4Conteúdo disponível em: www.masturbate-a-thon.com. Acesso em: 30.07.2015.

5Bodiou, Alain. Logiques des mondes (Paris, Éditions du Seuil, 2006) [ed. esp.: Logicas de los mundos, trad. Maria del Carmen Rodriguez Bordes, Buenos Aires, Manantial, 2008].

6Óp. cit. 1 – p. 33/34.

7O adjetivo pode ser substituído por: socialmente correto; tolerante, ou qualquer bobagem assemelhada.

8Silva Martins, Ives Gandra. E tudo isso, pra quê? Disponível em: https://ensaiosjuridicos.wordpress.com/2013/10/08/e-tudo-isso-pra-que-ives-gandra-da-silva-martins/. Acesso em: 30.07.2015.

1ADVOGADO CRIMINAL ESPECIALISTA EM DIREITO (PROCESSUAL) PENAL, CIBERCRIMES E CONTRATERRORISMO; CIENTISTA E ESTUDIOSO DO DIREITO (PROCESSUAL) PENALCV Lattes: http://lattes.cnpq.br/7382506870445908

1.MANTENEDOR DOS BLOGS CIENTÍFICOS: https://ensaiosjuridicos.wordpress.com http://propriedadeintelectuallivre.wordpress.com/ https://jusbarbarie.wordpress.com/.

2. CIENTISTA COLABORADOR: Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (Portal de e-governo – BR) Glocal University Network (IT) – Universiteit Leiden (ND) – University of Maryland (US) – Comissão Européia (Direcção-Geral de Pesquisa e Inovação – UE).

3. MEMBRO: Centro de Estudios de Justicia de las Américas (CEJA – AL); Instituto de Criminologia e Política Criminal (ICPC); Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (ABRACRIM); Associação dos Advogados Criminalistas do Paraná – (APACRIMI); International Criminal Law – (ICL – EUA); National Association of Criminal Defense Lawyers (EUA); The National Consortium for the Study of Terrorism and Resposes to Terrorism (START – EUA); e International Center to Counter-Terrorism – The hague (ICCT – HOL); World Intelectual Property Organization (WIPO – ONU).

4. MEMBRO FUNDADOR: Associação Industrial e Comercial de Fogos de Artifícios do Paraná/PR; e AINCOFAPAR (Conselheiro Jurídico), Associação Bragantina de Poetas e Escritores.

5. COLABORADOR DAS SEGUINTES MÍDIAS: www.arcos.org.br www.conteudojuridico.com.br http://artigocientifico.uol.com.br http://www.academia.edu/http://pt.scribd.com/http://www.academicoo.com/ http://www.jusbrasil.com.br/http://pt.slideshare.net/http://www.freepdfz.com/, dentre outras.

6. AUTOR DOS SEGUINTES LIVROS CIENTÍFICOS: Fogos de Artifício e a Lei Penal (2012); Coletânea (2013); Propriedade Intelectual Livre (2013); e Cibercrime e Contraterrorismo (2014).

7. AUTOR DOS SEGUINTES LIVROS LITERÁRIOS: Valhala (1998); Nofretete (2001); e Copo Trincado (2002).

2Žižek, Slavoj, 1949- Violência [recurso eletrônico] : seis reflexões laterais / Slavoj Žižek ; tradução Miguel Serras Pereira. – 1. ed. – São Paulo : Boitempo, 2014, p. 26.

3Malnuit.Olivier. Pourquoi les géants du business se prennent-ils pour Jésus?, Technikart, fev. 2006, p. 32.

4Óp. cit. 1 – p. 33.

5Conteúdo disponível em: www.masturbate-a-thon.com. Acesso em: 30.07.2015.

6Bodiou, Alain. Logiques des mondes (Paris, Éditions du Seuil, 2006) [ed. esp.: Logicas de los mundos, trad. Maria del Carmen Rodriguez Bordes, Buenos Aires, Manantial, 2008].

7Óp. cit. 1 – p. 33/34.

8O adjetivo pode ser substituído por: socialmente correto; tolerante, ou qualquer bobagem assemelhada.

9Silva Martins, Ives Gandra. E tudo isso, pra quê? Disponível em: https://ensaiosjuridicos.wordpress.com/2013/10/08/e-tudo-isso-pra-que-ives-gandra-da-silva-martins/. Acesso em: 30.07.2015.

PARA ACESSO AO ARTIGO, CLICK NO LINK:

o sexo transcedental da magistratura conivente