QUEM É O TAL “TIO SAM”? – NELMON J. SILVA JR.

 

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QUEM É O TAL “TIO SAM”?

WHO IS THIS “UNCLE SAM”?

SILVA JR., Nelmon J.1

RESUMO: Ensaio sobre a tolerância.

PALAVRAS-CHAVE: Marx. Crítica. Sam.

ABSTRACT: Essay on tolerance.

KEYWORDS: Marx. Critical. Sam.

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Há algum tempo venho observando e sinalizando meu temor ao irracional modelo Politicamente Correto (ou da Tolerância) praticado não só em nosso país, mas em boa parte do globo; lembro dizer que experimentamos a maior crise institucional de nossa história, especialmente quando o espírito vaidoso-competitivo passou a estribar decisões judiciais.2 Não vislumbro como entender o modelo, sem falar do socialismo científico, ou simplesmente marxismo, nome usado por Friedrich Engels para descrever a teoria sócio-político-econômica elaborada por Karl Marx (1818-1883) no século XIX3, baseada no materialismo. Ainda, Marx postulou que Comunismo seria a fase final do desenvolvimento da sociedade humana e que isso seria alcançado através de uma revolução proletária, isto é, uma revolução encabeçada pelos trabalhadores das cidades e do campo4, antevendo a primeira guerra mundial.

Sabemos que a revolução comunista da Rússia deu-se após citada primeira grande guerra, fato suficiente para que, em 1924 filósofos marxistas fundassem, na derrotada Alemanha o Institute for Social Research (Instituto para Pesquisas Sociais), mais conhecido como Escola de Frankfurt. Igualmente sabemos que no mesmo espaço e tempo floresceu o ideário Nazista, responsável pela transferência da sede do instituto germânico para a Universidade de Columbia (NY)5, em 1934, lá permanecendo até idos de 1951.

No período em que a Escola de Frankfurt esteve sediada no terras do Tio Sam, é que convenientemente foi divorciado do ideário Marxismo a economia, e a ele unido a cultura; fundamental à Teoria Crítica, que age através do direcionamento de suas críticas à ordem política e econômica do “mundo administrado”. Essa ordem vigora aos moldes de um aparato tecnológico que, de certa forma, incide na sociedade o seu condicionamento padronizado, homogêneo e, sobretudo, sem a perspectiva de empreender a vida de cada indivíduo de forma autônoma.6

Conclusivo é que os meios de comunicação de massa, como TV, rádio, jornais e portais da Internet, são propriedades de algumas empresas, que possuem interesse em obter lucros e manter o sistema econômico vigente que as permitem continuarem lucrando. Portanto, vendem-se filmes e seriados norte-americanos, músicas (funk, pagode, sertaneja etc) e novelas não como bens artísticos ou culturais, mas como produtos de consumo que, neste aspecto, em nada se diferenciariam de sapatos ou sabão em pó. Com isso, ao invés de contribuírem para formar cidadãos críticos, manteriam as pessoas “alienadas” da realidade.


Como afirmam no texto: “Filmes e rádio não têm mais necessidade de serem empacotados como arte. A verdade, cujo nome real é negócio, serve-lhes de ideologia. Esta deverá legitimar os refugos que de propósito produzem. Filme e rádio se autodefinem como indústrias, e as cifras publicadas dos rendimentos de seus diretores-gerais tiram qualquer dúvida sobre a necessidade social de seus produtos.”7

Ainda, Erich Fromm (psicanalista fundador da Escola de Frankfurt), buscava unir o materialismo histórico de Marx à psicanálise de Freud. Ocorre que Fromm, sustentou o errôneo argumento (posteriormente utilizado pelos Teóricos da Crítica) de que não existem diferenças entre homens e mulheres, socialmente produtos do meio cultural vivido, no qual sustentaram-se as discussões do estudo de gêneros, afirmando que opressões praticadas contra homossexuais e mulheres foram cometidas exclusivamente pelo homem branco ocidental, sem reconhecê-lo como o principal colonizador estadunidense.

Portanto, das inverdades nasceu o modelo Politicamente Correto, o qual, ultima ratio, domina as discussões mundias desde então, sendo hodiernamente travestido sob a estampa da Tolerância. Destaque-se que a empresa Good Vibrations, em 1995, foi a responsável pela criação do mês da masturbação; e passada apena uma década, leva a masturbatona à Inglaterra, país mundialmente conhecido por seu extremo culto e rigor às formalidades. Coincidente e imediatamente após o triunfo comercial, experimentado pela desconhecida empresa, em dezembro de 2006, as autoridades Nova Iorquinas declararam que a escolha por cada um, de seu próprio gênero, é um dos direitos humanos inalienáveis (portanto, agora equiparado à vida e honra) […] os hodiernos direitos aplicáveis aos relacionamentos das pessoas do mesmo sexo, tiveram sua gênese em simples campanha publicitária de mediana empresa do segmento terapêutico8

Debrucemo-nos à razão, afinal a mesma alienação acontece em nossa casa, à exemplo da recente (e obscena) discussão sobre o uso da letra x (xis), em substituição às vogais a(á) e o(ó), nas palavras menino e menina pelas Escolas; comungo com o raciocínio desenvolvido por Luiz Felipe Pondé: significa que se você quiser perguntar para uma mãe se seu filho é meninx ou meninx; ou seja, esses tarados de gênero […] na realidade é uma espécie de histeria, de patologia social, uma espécie de obsessão em ficar dizendo que homens e mulheres são invenções sociais, e que portanto, cada um faz o que quer […] chamando menino e menina de meninx, porque é um gênero neutro […] isso é uma espécie de fascismo, de totalitarismo.9

Suponho restar claro à população que o tilintar das panelas reluzentes, nos bairros nobres das capitais do país, serviu apenas com espetáculo à serviço de indignos parlamentares, no processo de impedimento presidencial em trâmite, substituindo-a por quem já foi informante do governo estadunidense. Bestifico-me ao ver patrícios idiotas (deriva do grego idiotés, portanto marginal à política) repetindo o discurso dos traidores da pátria, de que não há Golpe de Estado no Brasil, mesmo quando mundialmente reconhecido. Questione-me: merecemos tamanha vergonha?, afinal somos conterrâneos de Santos Dummont, Rui Babosa, Sobral Pinto, Evandro Lins e Silva, Paulo Freire, Darcy Ribeiro, dentre tantos outros merecedores de idêntica reverência, aqui prestadas.

Incontestável (e identicamente lamentável) é que ver o Judiciário acovardar-se frente aos abusos cometidos pelos três Poderes, deixando o nacional à sorte (em si mesma); portanto mantém-se operante apenas pela ganância de seus serventuários, ávidos pelo recebimento de seus salários, que funcionalmente não mais justifica-se como instituição prestadora da devida tutela jurisdicional do Estado. Faltam-lhes vergonha na cara! Nesse sentido tive o destaque: Estado Democrático de Direito; Devido Processo Legal; Presunção de Inocência; parecem estar obsoletos ou fora de moda (se é que se possa conceber a moda no Sagrado exercício do Direito), hodiernamente substituídos pelo terrorismo judiciário estampado por incontáveis prisões preventivas ausentes de fundamentação legal; supressão dos atos e formas prescritos em Lei; além de graciosas decisões quanto a adoção de “novos” procedimentos nos JEC`s, como àquelas tidas pelo FONAJE (convenhamos que até a sigla é cômica, pois remete-nos sonoramente à cafonagem), por exemplo.

Tamanha tem sido nossa covarde, absurda e democrática(mente imposta) tolerância, que dificilmente saberíamos responder à simples e necessárias perguntas, como por exemplo: Onde está(ão) Flávio Roberto de Souza, Marcelo Baldochi, João Carlos de Souza, Jairo Cardoso Soares, Carlos Eduardo Neves Matias, e/ou Deoclécio Souza? Relembro que citadas pessoas (se é que assim podemos chamá-las) estão ligadas a escândalos relacionados às suas vergonhosas atuações judicantes.

Atuação historicamente memorável foi a de Catão, quando insistentemente encerava seus discursos trovejando: Delenda est Cartago. Face às barbáries acima citadas (mesmo que de forma bastante superficialmente apresentadas), defendo uma luta pública, consciente e inflexível quanto necessidade de aprovação de Lei determinante do controle externo (democrático e popular) do Poder Judiciário, a ser exercida, inclusive e principalmente por Advogados. Ulteriormente, num obsceno plágio às palavras do combativo Senador Romano, deveremos doravante assim iniciar nossos discursos: Delenda est tolerare!10

Por incrível que possa-nos parecer, ainda exitem fatos desconhecidos por alguns patrícios, portanto relembro que o Brasil é membro do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, e África do Sul), ou quanto a recente descoberta de reservas energéticas no pré-sal, com estimativa mínima de 70 (setenta) a 80 (oitenta) bilhões de barris de petróleo, avaliados em alguns trilhões de dólares americanos. Julgo, portanto, desnecessário maior esforço intelectual para antevermos a (sempre previsível belicosa) reação estadunidense.

Os EUA desde a década de 50 (cinquenta) utiliza-se das técnicas de assassinato econômico, para derrubarem governos que julgarem ameaças; hoje sabemos que financiam grupos e/ou organizações (ciberterroristas), como a exemplo do OTPOR. Ora, previsível é que os países membros do BRICS representam ameaça visceral à nova ordem mundial de Washington, potencializada após a constituição do Banco de Desenvolvimento (com capital subscrito e de fundo de reserva, ambos equivalentes a US$ 100.000.000,00), e com moeda (de reserva internacional) “concorrente” ao falido dólar americano.

Visando desestruturar o membros do BRICS, os EUA (outubro de 2014) patrocinaram a revolução dos guarda-chuvas contra a China (tendo como alvo principal a Rússia); vale a pena destacar trecho da matéria divulgada pela Globo News:Não é uma questão sobre democracia em si. É mais sobre confiança. Mesmo que a China tenha oferecido eleições gerais que eles nunca tiveram, eles confiavam menos na China pelo que viram na Praça da Paz Celestial. Essa frustação foi sentida por pessoas que não conseguiam arranjar trabalho. Tem sido muito difícil arranjar empregos hoje em dia. Muitas pessoas estão ficando economicamente marginalizadas porque o mercado imobiliário em Hong Kong se tornou o mais caro do mundo. Muitos comerciantes não conseguem mais pagar aluguéis. Todas essas frustações se juntaram e fizeram com que as pessoas protestassem e se opusessem ao governo em geral.11

Percebam a coincidência ao que vem ocorrendo no Brasil (desde 29.04.2013), quando o vice-presidente estadunidense Joe Biden, em visita ao Brasil, objetivando convencer a Presidente da República alterar (em favor próprio) a Lei do Petróleo (promulgada por seu antecessor e mentor político), sendo inexitoso o passeio. Dias após ao fato, surge a notícia da espionagem estadunidense contra a Presidência nacional e a executivos da gigante Petrobras, fato duramente denunciado por nossa elegante Representante, ao abrir a 68ª Assembléia-Geral da ONU (24.09.2013 – NY/NY).

Imediatamente após (18.06.2013), como lhe é costumeiro agir, o belicoso governo norte americano patrocinou uma onda imotivada de protestos nacionais (de contornos e proporções midiático-revolucionárias) liderados pelo então desconhecido grupo Movimento Passe Livre – MPL12 (com táticas idênticas àquelas utilizadas pelo citado OTPOR). Consequência objetiva foi a maculação da sólida imagem da chefe da Nação (tanto que num período bastante curto, de forma estranha e ilógica ao momento político vivido, semanas após os ciberataques do MPL, sua popularidade despenca próximos de 40% (quarenta pontos percentuais).

Após esta primeira ofensiva estadunidense bem sucedida, seguros de que elegeriam o próximo Presidente da República, os EUA apoiaram a candidatura (das) Neves; porém após a derrota eleitoral, passaram a investir fortes ofensivas ao Governo Federal (democraticamente eleito), patrocinando corriqueiros e repercussivos escândalos nacionais, até atingirem parcialmente seu objetivo golpista.13

Quanto a Proposta de Emenda à Constituição nº 241 (PEC 241), recentemente encaminhada à Câmara dos Deputados, pelo governo interino, busca o atual governo limitar as despesas primárias da União aos gastos do ano anterior corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), congelando os gastos públicos por vinte anos. A Carta Política de 1988 estabelece que a União deve aplicar o valor equivalente a 18% da receita líquida de impostos em despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino, sendo tal incluído na previsão de gastos orçamentários.

Na área da Saúde, a aplicação deve ser, no mínimo, o valor empenhado no exercício anterior acrescido da variação nominal do PIB (Produto Interno Bruto), sendo que o Congresso Nacional decidirá onde os recursos públicos serão aplicados, alterando os critérios para o cálculo das despesas mínimas em Educação e Saúde, que serão corrigidos pela inflação do ano anterior, portanto sem aumento real. Como o IPCA só é conhecido após o encerramento do ano, o texto da malfadada PEC 241 determina que, para calcular o limite, o governo estimará um valor para a inflação, que será usado na elaboração dos projetos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), e da Lei Orçamentária (LO). Na fase de execução das despesas, no ano seguinte, será usado o valor final do IPCA, já conhecido, procedendo-se aos ajustes nos valores dos limites.

Havendo descumprimento ao limite de gastos, o Órgão ou Poder Público será(ão) penalizado(s) nos anos seguintes, com a proibição de medidas que aumentem o gasto público, como: a) reajuste salarial de servidores públicos; b) criação de cargo, emprego ou função; c) alteração de estrutura de carreira; d) admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título (com ressalvas às reposições de cargos de chefia e de direção que não acarretem aumento de despesa, e aquelas decorrentes de vacâncias de cargos efetivos); e) realização de concurso público. Suponho ser desnecessário possuir maiores conhecimentos contábeis para entendermos que Saúde e Educação, são as garantias sociais que sofrerão os maiores impactos, caso seja aprovado integralmente o texto proposto na Temerária PEC 241.

Perdoem-me o desabafo, mas não ouço o tilintar das panelas que afastaram ilegalmente a Presidente da República; ao contrário, afinal todos sabemos que quem cala consente. Correto foi afirmar que para atingir o poder, aqueles que tentam censurar o uso da palavra Golpe, chegaram às raias dos absurdos de estabelecer a confusão conceitual entre social e socialista (e pior socialista e comunista); comunitário e comunista; vermelho e comunista; dentre outros. Aqui abro dois parêntesis: 1) é justo punir o PT pelas campanhas sociais realizadas? (ou a contrario sensu, o correto seria não tê-las realizado?) […] o Papai Noel é cafona (afinal veste cetim com botas de verniz), sacudo, e o maior pedófilo da humanidade (vez que gosta de “todas” as criancinhas) isso todos sabemos; agora fazer dele um velho gordo comunistazinho do PT, daí já passa dos limites da tolerância!14 Deixemos a hipocrisia à margem da discussão, até porque estamos cientes quanto à influenciada negativa do modelo Politicamente Correto, nos atos de governo do Temerário interino; aliás, idênticos àqueles praticados por líderes dos regimes totalitários.

Amante da Terra onde nasci, poeticamente creio num futuro melhor aos cidadãos honestos; e que somente a Educação é capaz de transformar os rumos da nação, tanto que disse outrora, não me causa qualquer espanto o fato da galopante corrupção instalada no país, afinal se a ética é uma das disciplinas da filosofia, e sendo o Brasil um país tradicionalmente pouco (prefiro dizer mau) educado, como esperar atitude diversa de nosso povo? Exemplifico em outras palavras, como esperar boas maneiras de quem sequer conhece as regras de etiqueta? Merece destaque o entender de Clóvis de Barros Filho, quanto às questões atinentes à moral: o ensino da filosofia é pobre, toscamente apresentado […] temos uma formação escolar nauseabunda, porca, infame15 16; aliás, conclusão óbvia a qualquer pessoa, desde que desalienada, e possuidora de raso intelecto.

A Educação faz-me sempre estar comprometido com as causas de Direito, razão pela qual neste triste e doloroso momento vivido por todo cidadão (desde que lúcido), no afã de consolar meus conterrâneos, cito preciosas reflexões do nosso Águia de Haia: de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto; [porém] quem não luta por seus direitos, não é digno deles.

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1ADVOGADO CRIMINAL ESPECIALISTA EM DIREITO (PROCESSUAL) PENAL, CIBERCRIMES E CONTRATERRORISMO; CIENTISTA E ESTUDIOSO DO DIREITO (PROCESSUAL) PENAL – CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/7382506870445908

1.MANTENEDOR DOS BLOGS CIENTÍFICOS: https://ensaiosjuridicos.wordpress.com http://propriedadeintelectuallivre.wordpress.com/ https://jusbarbarie.wordpress.com/.

2. CIENTISTA COLABORADOR: Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (Portal de e-governo – BR) Glocal University Network (IT) – Universiteit Leiden (ND) – University of Maryland (US) – Comissão Européia (Direcção-Geral de Pesquisa e Inovação – UE).

3. MEMBRO: Centro de Estudios de Justicia de las Américas (CEJA – AL); Instituto de Criminologia e Política Criminal (ICPC); Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (ABRACRIM); Associação dos Advogados Criminalistas do Paraná – (APACRIMI); International Criminal Law – (ICL – EUA); National Association of Criminal Defense Lawyers (EUA); The National Consortium for the Study of Terrorism and Resposes to Terrorism (START – EUA); e International Center to Counter-Terrorism – The hague (ICCT – HOL); World Intelectual Property Organization (WIPO – ONU).

4. MEMBRO FUNDADOR: Associação Industrial e Comercial de Fogos de Artifícios do Paraná/PR; e AINCOFAPAR (Conselheiro Jurídico), Associação Bragantina de Poetas e Escritores.

5. COLABORADOR DAS SEGUINTES MÍDIAS: www.arcos.org.br www.conteudojuridico.com.br http://artigocientifico.uol.com.br http://www.academia.edu/http://pt.scribd.com/http://www.academicoo.com/ http://www.jusbrasil.com.br/http://pt.slideshare.net/http://www.freepdfz.com/, dentre outras.

6. AUTOR DOS SEGUINTES LIVROS CIENTÍFICOS: Fogos de Artifício e a Lei Penal (2012); Coletânea (2013); Propriedade Intelectual Livre (2013); e Cibercrime e Contraterrorismo (2014).

7. AUTOR DOS SEGUINTES LIVROS LITERÁRIOS: Valhala (1998); Nofretete (2001); e Copo Trincado (2002).

2SILVA JR. Nelmon J. A JUDICATURA DOS REVOLTADOS ON LINE; OU DOS QUE FAZEM JUSTIÇA COM O PRÓPRIO MOUSE. Disponível em: https://ensaiosjuridicos.files.wordpress.com/2016/03/a-judicatura-dos-revoltados-on-line.pdf. Acesso em: 22.08.2016

4Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Comunismo. Acesso em: 22.08.2016.

5Responsável pela administração dos jurados do Prêmio Pulitzer.

8SILVA JR., Nelmon J. O SEXO TRANSCENDENTAL PRATICADO PELO COMUNISTA LIBERAL, E SUA ÍNTIMA IDENTIFICAÇÃO À MAGISTRATURA CONIVENTE. Disponível em: https://ensaiosjuridicos.files.wordpress.com/2015/07/o-sexo-transcedental-da-magistratura-conivente6.pdf. Acesso em: 22.08.2016.

9Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=2_JWoH1DXbg. Acesso em: 22.08.2016.

10SILVA JR. Nelmon J., DELENDA EST TOLERARE! Disponível em: https://ensaiosjuridicos.files.wordpress.com/2015/07/delenda-est-tolerare13.pdf. Acesso em: 22.08.2016.

12Fonte: http://saopaulo.mpl.org.br/apresentacao/. Acesso em: 18.04.2016.

13SILVA JR. Nelmon J., FTW. Disponível em: https://ensaiosjuridicos.files.wordpress.com/2016/04/ftw.pdf. Acesso em: 22.08.2016.

14SILVA JR. Nelmon J., SERÁ QUE PAPAI NOEL É COMUNISTA? Disponível em: https://ensaiosjuridicos.files.wordpress.com/2016/03/serc3a1-que-papai-noel-c3a9-comunista.pdf. Acesso em: 22.08.2016.

15BARROS FILHO. Clóvis, A triste formação moral dos brasileiros. Vídeo disponível em: https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=UOnoS79Ptug. Acesso em: 20.06.2016.

16SILVA JR. Nelmon j. EVOLUÇÃO. Disponível em: https://ensaiosjuridicos.files.wordpress.com/2016/06/evoluc3a7ao3.pdf. Acesso em: 22.08.2016.

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QUEM É O TAL SAM

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